Prostatectomia Radical Robótica em Alphaville: Cirurgia de Precisão para o Câncer de Próstata

Prostatectomia robótica para câncer de próstata: indicações, preparo, recuperação, continência, ereção e seguimento do PSA em Alphaville, Barueri.

Atualizado em 05 de novembro de 2026 | Revisado por Dr. Alan C. Costa, CRM-SP 163.124 | RQE 92973

A prostatectomia radical robótica retira a próstata e as vesículas seminais por pequenas incisões, com visão tridimensional ampliada e instrumentos de alta precisão. É uma das principais opções curativas para o câncer de próstata localizado. O Dr. Alan C. Costa, urologista certificado em cirurgia robótica, acompanha o paciente do planejamento à reabilitação.

O que é a prostatectomia radical robótica?

É a cirurgia que retira toda a próstata e as vesículas seminais, com reconstrução da ligação entre a bexiga e a uretra. Na via robótica, o cirurgião opera de um console, controlando braços robóticos que seguram a câmera e instrumentos articulados introduzidos por pequenas incisões no abdômen.

O robô não se move sozinho. Ele amplia a visão em três dimensões, filtra tremores e permite movimentos delicados em uma região estreita da pelve, onde ficam nervos da ereção e o esfíncter que controla a urina. O Dr. Alan C. Costa possui certificação em cirurgia robótica pela Intuitive Surgical.

Quem tem indicação de prostatectomia robótica?

  • Homens com câncer de próstata localizado de risco intermediário ou alto, com boa condição clínica.
  • Tumores de baixo risco que mostraram progressão durante a vigilância ativa.
  • Pacientes com expectativa de vida longa, em que o benefício de retirar o tumor é maior.
  • Casos selecionados de doença localmente avançada, como parte de um tratamento combinado.

Quais sinais e situações levam à cirurgia?

A maioria dos pacientes operados não tem sintomas. A indicação nasce de um PSA alterado, de uma ressonância suspeita e de uma biópsia que confirma o tumor, como explicado na página sobre PSA alterado e biópsia. Por isso a cirurgia é, na maioria das vezes, uma decisão planejada, sem urgência de dias.

Como é a avaliação antes da cirurgia?

Histórico clínico e estadiamento

São revisados o laudo da biópsia, o grau ISUP, a ressonância e, quando necessário, exames de estadiamento como PET-PSMA ou cintilografia óssea. Cirurgias abdominais prévias e hérnias também entram no planejamento.

Exames laboratoriais e hormonais

Além dos exames pré-operatórios de rotina, o PSA de referência é registrado. Homens em uso de testosterona ou anabolizantes precisam informar, porque esses hormônios estimulam o tumor e devem ser suspensos.

Fatores metabólicos, sono e medicamentos

Obesidade, diabetes, apneia do sono e doenças cardíacas influenciam o risco anestésico e a recuperação. Anticoagulantes são ajustados com o cardiologista. Perder peso e parar de fumar antes da cirurgia melhoram os resultados.

Função urinária, sexual, saúde mental e relacionamento

A qualidade das ereções e do controle urinário antes da cirurgia é medida, porque prevê a recuperação. A conversa aborda a perda da ejaculação, o planejamento de filhos e o impacto emocional do diagnóstico, com espaço para a parceria participar.

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Como é o preparo pré-operatório?

A fisioterapia pélvica antes da cirurgia ensina a contração correta do assoalho pélvico e acelera a recuperação da continência. Caminhadas regulares, sono adequado e controle da glicemia também ajudam. A equipe orienta jejum, suspensão de medicamentos e o que levar para o hospital.

O que esperar da recuperação?

No hospital

O paciente caminha no mesmo dia ou no dia seguinte, volta a se alimentar cedo e recebe alta em um a dois dias, geralmente com sonda vesical.

Primeiras semanas

A sonda é retirada em torno de uma semana. Começa então a fase de recuperação da continência, com fisioterapia pélvica. Atividades leves e trabalho de escritório costumam ser retomados em duas a três semanas.

Primeiros meses

A continência melhora progressivamente. A reabilitação peniana estimula a recuperação das ereções, às vezes com medicamentos orais ou injeções. O PSA é dosado para confirmar que ficou indetectável.

Como é a reabilitação da continência e da ereção?

Recuperando o controle urinário

Após a retirada da próstata, o controle da urina passa a depender mais do esfíncter externo e da musculatura do assoalho pélvico. Por isso a fisioterapia pélvica é tão importante. Exercícios orientados, feitos várias vezes ao dia, aceleram a recuperação. Evitar excesso de café, álcool e constipação também ajuda. A maioria dos homens reduz progressivamente o uso de absorventes ao longo dos primeiros meses.

Recuperando as ereções

Mesmo quando os nervos são preservados, eles passam por um período de recuperação que pode levar de meses a cerca de dois anos. A reabilitação peniana busca manter a oxigenação do tecido erétil nesse período, com medicamentos orais, injeções intracavernosas ou dispositivos de vácuo, conforme o caso. Iniciar cedo e manter constância melhoram as chances de recuperação.

Quando a cirurgia não é a melhor escolha?

A cirurgia robótica não elimina riscos. Podem ocorrer sangramento, infecção, linfocele, estreitamento da anastomose, incontinência e disfunção erétil. A via robótica pode não ser indicada em quem tem contraindicações para a posição cirúrgica ou para o gás usado no abdômen. Para tumores de baixo risco, a vigilância ativa é muitas vezes mais adequada, e para alguns perfis a radioterapia é preferível.

Quando considerar outra opção
SituaçãoAlternativa
Tumor de baixo riscoVigilância ativa, muitas vezes mais adequada
Alguns perfis de pacienteRadioterapia pode ser preferível
Contraindicação à posição cirúrgica ou ao gás usado no abdômenA via robótica pode não ser indicada

Quando a recuperação não é completa?

Se a perda de urina persiste após 6 a 12 meses de fisioterapia, o esfíncter urinário artificial pode devolver o controle. Se as ereções não voltam, a prótese peniana é uma solução definitiva. Ter essas opções reduz o medo da cirurgia.

O que são resultado oncológico e margens cirúrgicas?

O laudo da peça retirada mostra o grau final do tumor, se ele ultrapassou a cápsula e se as margens estão livres. Essas informações, junto com o PSA pós-operatório, definem se o seguimento será apenas com exames ou se haverá indicação de radioterapia complementar.

Quais são os riscos da automedicação no pós-operatório?

Usar remédios para ereção sem orientação, retomar testosterona por conta própria ou suspender a fisioterapia por impaciência comprometem a recuperação. Qualquer febre, dor intensa ou inchaço nas pernas deve ser comunicado à equipe.

Onde fazer cirurgia robótica de próstata em Alphaville?

O consultório do Dr. Alan C. Costa fica na Alameda Grajaú, 614, em Alphaville Empresarial, Barueri, e atende pacientes de Santana de Parnaíba, Tamboré, Osasco, Cotia e da capital pela Rodovia Castello Branco. O cuidado inclui planejamento detalhado, contato próximo na recuperação e, quando necessário, cuidados domiciliares.

Agende uma consulta e entenda, com números e clareza, o que esperar da prostatectomia robótica.

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Perguntas frequentes

Quanto tempo fico internado após a prostatectomia robótica?

Em geral, de um a dois dias. O paciente costuma receber alta com sonda vesical, que é retirada em torno de uma semana, conforme a evolução da cicatrização entre bexiga e uretra.

Vou ficar incontinente depois da cirurgia?

A perda de urina nas primeiras semanas após a retirada da sonda é esperada. A maioria dos homens recupera o controle de forma progressiva ao longo dos meses, com fisioterapia pélvica. Uma minoria mantém perdas importantes, e para esses casos existe tratamento eficaz, como o esfíncter urinário artificial.

A cirurgia robótica preserva a ereção?

Quando o tumor permite, os feixes de nervos responsáveis pela ereção são preservados, e a visão ampliada da robótica ajuda nessa etapa. A recuperação depende da idade, da qualidade das ereções antes da cirurgia e do programa de reabilitação peniana, podendo levar meses.

Depois da cirurgia ainda vou ejacular?

Não. Com a retirada da próstata e das vesículas seminais, deixa de haver ejaculação, embora o orgasmo seja preservado. Quem deseja ter filhos deve planejar o congelamento de sêmen antes da cirurgia.

Como sei se o câncer foi curado após a cirurgia?

Após a prostatectomia, o PSA deve ficar indetectável. Ele é acompanhado periodicamente, e uma elevação posterior pode indicar recidiva, permitindo tratamento de resgate precoce.

Fontes e referências

Dr. Alan C. Costa: formação e credenciais

O Dr. Alan C. Costa é médico urologista em Alphaville, Barueri, com atuação concentrada em doenças da próstata, do rim e da bexiga, cálculos renais e saúde sexual masculina, unindo cirurgia robótica, técnicas minimamente invasivas e acompanhamento contínuo.

  • Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 2013.
  • Cirurgia Geral e Residência em Urologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (2021).
  • Título de Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
  • Certificação em Cirurgia Robótica pela Intuitive Surgical e treinamento em técnicas minimamente invasivas.
  • CRM-SP 163.124 | RQE 92973.

Todo o conteúdo desta página foi revisado e aprovado pelo Dr. Alan C. Costa. As informações têm finalidade exclusivamente educativa e não substituem uma avaliação médica individualizada.

Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica nem o diagnóstico individualizado. Em caso de dor intensa, febre ou outro sintoma agudo, procure atendimento médico de urgência.

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