O que é disfunção erétil?
Disfunção erétil é a dificuldade persistente para conseguir ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória. Falhas ocasionais são normais e não configuram a doença. O que caracteriza o problema é a repetição ao longo de semanas ou meses.
A ereção depende de vários sistemas funcionando juntos: vasos que levam sangue ao pênis, nervos que transmitem o estímulo, hormônios que sustentam o desejo, a musculatura dos corpos cavernosos que retém o sangue e fatores emocionais que liberam ou bloqueiam o processo. Uma falha em qualquer ponto pode causar a disfunção, e quase sempre há mais de um fator envolvido.
Quais sintomas de disfunção erétil merecem avaliação?
- Dificuldade para obter ereção mesmo com desejo e estímulo adequados.
- Ereção que não se mantém até o fim da relação.
- Perda das ereções matinais e noturnas, que sugere causa orgânica.
- Diminuição progressiva da rigidez.
- Baixa libido associada, que pode indicar alteração hormonal.
- Curvatura ou dor na ereção, que pode indicar doença de Peyronie.
- Ejaculação precoce associada, muitas vezes ligada ao medo de perder a ereção.
Por que a ereção é um sinal de saúde cardiovascular?
As artérias do pênis são mais finas que as do coração. Quando há aterosclerose, a disfunção erétil pode aparecer anos antes de um infarto ou AVC. Em homens com diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo ou obesidade, ela é um alerta para avaliar o coração.
Quais são as causas da disfunção erétil?
Vasculares e metabólicas
São as mais frequentes após os 40 anos: aterosclerose, hipertensão, colesterol alto, diabetes, obesidade e tabagismo reduzem a chegada de sangue ao pênis ou a capacidade de retê-lo.
Hormonais
A baixa testosterona reduz principalmente o desejo, mas contribui para ereções mais fracas. Alterações da tireoide e da prolactina também interferem.
Neurológicas e cirúrgicas
Cirurgias pélvicas, especialmente a prostatectomia radical, lesões da coluna, esclerose múltipla e neuropatia diabética interrompem a transmissão do estímulo.
Emocionais e relacionais
Ansiedade de desempenho, depressão, estresse e conflitos no relacionamento podem causar ou agravar a disfunção. A falha gera ansiedade, e a ansiedade gera novas falhas.
A conversa é sigilosa e sem julgamentos. Agende sua avaliação de disfunção erétil com o Dr. Alan C. Costa em Alphaville.
Agendar avaliação pelo WhatsAppComo é feita a investigação da disfunção erétil?
Histórico clínico
O Dr. Alan C. Costa pergunta sobre início, evolução, contexto, ereções matinais, libido, ejaculação, doenças, cirurgias e expectativas. Questionários validados, como o IIEF, quantificam a função erétil.
Exames hormonais e laboratoriais
Glicemia e hemoglobina glicada, perfil lipídico, testosterona total coletada pela manhã e, conforme o caso, testosterona livre, SHBG, LH, FSH, prolactina, TSH e PSA.
Fatores metabólicos
Pressão arterial, circunferência abdominal, peso e sinais de síndrome metabólica são avaliados. Quando há risco cardiovascular, o cardiologista é envolvido.
Sono
A apneia obstrutiva do sono reduz a oxigenação e a testosterona e está fortemente associada à disfunção. Ronco, pausas respiratórias e sonolência diurna entram na investigação.
Saúde mental
Sintomas de ansiedade, depressão e estresse crônico são investigados com cuidado, porque influenciam a ereção e a resposta ao tratamento.
Uso de medicamentos e substâncias
Antidepressivos, alguns anti-hipertensivos, antipsicóticos, remédios para queda de cabelo e próstata, anabolizantes, inclusive após a interrupção, álcool, cigarro e drogas recreativas podem prejudicar a ereção. Nunca suspenda um medicamento por conta própria.
Estilo de vida
Sedentarismo, alimentação ruim, excesso de álcool e privação de sono pioram a função erétil. Mudanças de hábito melhoram as ereções em muitos homens e protegem o coração.
Relacionamento
A dinâmica do casal, a comunicação, o desejo da parceria e eventuais conflitos são abordados. Quando indicado, a terapia sexual faz parte do plano.
Exames específicos
O Doppler peniano com fármaco-indução avalia o fluxo de sangue e ajuda a diferenciar causas arteriais, venosas e não vasculares.
Quais são os tratamentos, do mais simples ao definitivo?
Correção de fatores de risco
Controle de diabetes, pressão e colesterol, perda de peso, atividade física, menos álcool, parar de fumar, tratar a apneia e revisar medicamentos. É a base de qualquer tratamento.
Medicamentos orais
Sildenafila, tadalafila e similares facilitam a ereção diante do estímulo. São eficazes para a maioria, mas são contraindicados com nitratos e exigem cautela em quem tem doença cardíaca não avaliada.
Ondas de choque de baixa intensidade
Opção não invasiva para casos selecionados de origem vascular, leve a moderada. Veja a página sobre ondas de choque.
Injeção intracavernosa
Medicação aplicada no pênis com agulha muito fina antes da relação, eficaz mesmo quando os comprimidos falham. O paciente é treinado e a dose é ajustada para evitar ereções prolongadas.
Tratamento hormonal e psicológico
A reposição de testosterona só é indicada com deficiência confirmada. A abordagem psicológica é fundamental quando há ansiedade, depressão ou conflitos.
Prótese peniana
Para a disfunção grave que não responde aos tratamentos clínicos, a prótese peniana é uma solução definitiva, com altos índices de satisfação.
| Opção | Papel no tratamento | Cuidado |
|---|---|---|
| Correção de fatores de risco | Base de qualquer tratamento | Inclui controle de diabetes, pressão e colesterol, peso e revisão de medicamentos |
| Medicamentos orais | Facilitam a ereção diante do estímulo | Contraindicados com nitratos; cautela em doença cardíaca não avaliada |
| Ondas de choque de baixa intensidade | Opção não invasiva para casos selecionados | Origem vascular, leve a moderada |
| Injeção intracavernosa | Eficaz mesmo quando os comprimidos falham | Exige treinamento do paciente e ajuste individual |
| Tratamento hormonal e psicológico | Atua em causas específicas | Testosterona só com deficiência confirmada |
| Prótese peniana | Solução definitiva para a disfunção grave | Quando não há resposta aos tratamentos clínicos |
Quais são os riscos da automedicação na disfunção erétil?
Comprimidos sem receita, manipulados sem procedência e produtos "naturais" vendidos na internet podem ter doses desconhecidas, substâncias escondidas ou ser falsificados. Testosterona e anabolizantes em quem tem níveis normais pioram a fertilidade e suprimem a produção natural. Aumentar a dose quando o remédio "para de funcionar" geralmente indica que a causa de base piorou.
Quais são os sinais de alerta da disfunção erétil?
Ereção dolorosa que dura mais de quatro horas é uma urgência e exige pronto-socorro. Dor no peito durante a relação, falta de ar ou palpitações também exigem avaliação imediata.
Onde tratar a disfunção erétil em Alphaville e Barueri?
O Dr. Alan C. Costa atende na Alameda Grajaú, 614, em Alphaville Empresarial, com acesso para pacientes de Barueri, Santana de Parnaíba, Tamboré, Osasco e Cotia. Quem procura um urologista em Alphaville para tratar disfunção erétil encontra privacidade, investigação completa e acompanhamento multidisciplinar com psicologia, nutrição e educação física quando necessário.
Recupere a confiança com um tratamento baseado na causa real. Agende sua avaliação.
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